A Academia de Letras de Maringá – ALM – nasceu no dia 7 de setembro de 1997, em memorável reunião da entidade que lhe serviu de ventre e berço: a União dos Escritores de Maringá – UEMA.

A fundação da ALM resultou de uma idéia pacientemente amadurecida por um grupo de escritores locais, contando desde o início com o estímulo e a orientação do escritor Túlio Vargas, presidente da Academia Paranaense de Letras e uma das personalidades mais importantes da história política de Maringá.

Seguindo o modelo de outras Academias, estabeleceu-se que também na de Maringá haveria 40 cadeiras, cada uma delas tendo como patrono um intelectual de renome na literatura brasileira.

Durante oito meses, a entidade funcionou em caráter provisório. Nesse período, foram elaborados e aprovados o estatuto e o regimento interno, preencheram-se as 40 vagas e elegeu-se a primeira diretoria, presidida pelo escritor Galdino Andrade.

No dia 22 de maio de 1998, a Academia de Letras de Maringá instalou-se oficialmente, em reunião solene realizada no auditório Hélio Moreira, do Paço Municipal, com a presença de numeroso público e de ilustres autoridades, entre as quais o escritor Túlio Vargas. Na ocasião tomaram posse os 40 acadêmicos fundadores.

Discursando na oportunidade como orador oficial da ALM, o escritor Osvaldo Reis enfatizou: “O que explica o fato de sermos justamente nós os primeiros membros desta Academia não é nenhuma pretensão de genialidade, nem é nenhum outro mérito senão o simples e gostoso prazer que sentimos em estar freqüentemente juntos para conversar sobre literatura”.

A ALM tem como objetivo a valorização da língua nacional, nos seus aspectos científico, histórico, literário e artístico, e a divulgação da literatura maringaense e dos seus autores.